Leia aqui um poema de "espelho de lágrimas", de Luiz Alberto Farias:
Manhã de Cinzas
Ao acordar deparo-me com a face ao léu do fúnebre domingo, em que as cinzas jogadas no; mar fugiu, junto ao ar sem sentido, e logo após uma notícia veio me magoar.
Ao recebê-la choquei-me assim junto à saudade do passado de equidade do amor da comodidade, as lembranças da impiedade... Em prantos aceitei o que a morte trouxe a lenda da noite.
Ao fim das cinzas o mar sem ela ficou e loucamente com o ar flutuou e muitas vezes, com o descaso do acaso porque o mundo nem sente o que sentimos, porém esta manhã de cinzas até hoje ficou.
espelho de lágrimas, de luiz alberto farias
R$ 55,00Preço
