Leia aqui um trecho de "canceriano sem lar", de Gustavo Rossetti Viana:
É a economia, estúpido
“É a economia, estúpido!” A rude e sábia frase do publicitário James Carville sempre volta à tona e revela que, no final das contas, é a economia que decide o destino dos governantes e, consequentemente, das nações e de suas populações. O então governador do Arkansas Bill Clinton seguiu o conselho do guru, passou a atacar o presidente George Bush (o pai) pelo desastre na economia americana e venceu as eleições.
O desempenho da economia sempre será o fiel da balança. O que vale, na hora do voto, é como está o bolso do eleitor. Com uma economia pujante, Fernando Collor de Mello e Dilma Rousseff, os dois únicos presidentes brasileiros a sofrerem um processo de impeachment, não teriam sido enxotados do Palácio do Planalto. E sem uma economia vibrante, Luiz Inácio Lula da Silva não teria sido reeleito no ápice do escândalo do “Mensalão” (esquema de corrupção política que consistiu no pagamento de "mesadas" a parlamentares em troca de apoio ao governo no Congresso Nacional).
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