Leia aqui um poema de "coisas que derretem do meu peito", de Dayse Neto:
É tão clichê Mas eu sinto falta de ser aquela que eu era junto com ele Divertida, leve, meio doidinha
Uma pluma fazendo cócegas mas deixando ser levada pela brisa
Mudando, eu abro mão Deixo escorrer pelos dedos coisas que não me tem valia Mas eu escoo um pouco também
Não quero perder tudo o que eu era aquela é parte do que sou Mas quero me centrar voltar a mim
Abro a mão e deixo escorrer pelos dedos coisas que derretem do meu peito o que fica sou eu mas o que vai, também
coisas que derretem do meu peito, de dayse neto
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