Leia aqui um trecho de "heranças invisíveis", de Bruno d’Affonseca:
Os silêncios não são pausas entre falas. São a própria matéria... As palavras, quando surgem, são interrupções do silêncio e devem soar como tal: estranhas, quase impróprias, como pedras atiradas numa água parada. O rio não é cenário. O rio é personagem. O barco não é objeto. O barco é o mundo.
heranças invisíveis, de bruno d’affonseca
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