Leia aqui um poema de "novos poemas", de Felipe Mendonça:
Ave, poesia!
Sempre poesia,
Sublime instante
Em que Vésper me pontilha
Errante
Por minha via
E toda a palavra
Revela a sua trilha,
A agonia
Intraduzível
Da insanidade do dia,
De um sentimento
Que escalavra,
Escava
Em cada homem
Imenso desalento
Ante firmamento
Repleto de opaco vazio,
Ante estrada de lucernas
De erradio brilho,
Fugidias lanternas
Sob a lua crescente,
Eterna,
Que se assemelha
À cimitarra
Que chameja
Cadente
Como o poema,
Brilhante rastilho
Sobre os edifícios.
novos poemas, de felipe mendonça
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