Kei Ferreira é escritora, poeta e estudante de jornalismo. Mulher negra e lésbica, constrói uma escrita atravessada por ausência, afeto, identidade, desejo e sobrevivência.
Participante da cena de slam, encontra na palavra falada e escrita uma forma de transformar vivências em confronto, sem suavizar a dor ou romantizar aquilo que foi vivido.
Em O Mundo Autorizou Minha Ausência, reúne poemas sobre amor, violência, raça, pobreza, família e permanência, construindo uma narrativa íntima marcada pela tentativa constante de existir em um mundo que frequentemente escolhe apagar certos corpos e vozes.
Seus textos não procuram conforto. Procuram verdade.