Nascida em 15 de novembro de 1980, na cidade de Salvador-BA, passou a maior parte da sua infância em Maragogipe-BA , Recôncavo Baiano, cidade dos seus pais e parentes.
Uma apaixonada pela Literatura e livros infantis, escreve desde pequena, iniciando sua trajetória com peças teatrais infantis na escola.
Durante a adolescência, ela retorna à capital baiana para estudar no CEFET/BA e, lá, encontra a poesia. Não parando mais de escrever seus poemas até os dias atuais.
Em 2000, formou-se técnica em instrumentação industrial e teve seu primeiro emprego no Polo Petroquímico.
Somente em 2013, já morando em Vitória da Conquista - BA, ingressa no curso de Letras da Universidade Estadual da Bahia (UESB), realizando seu antigo sonho. A segunda formação a fez retomar mais profundamente o gosto pela Literatura, pela Linguagem e pelas palavras.
Desde 2015, tem uma conta no Instagram na qual publica seus poemas, antes sob o pseudônimo Eloisa Lemos, hoje assumindo a autoria (@fernandaquadros.poemas). A forma que encontrou de colocar no mundo suas palavras.
Em 2020, torna-se mestra em Letras pela UESB.
Em 2021, ingressa no doutorado, na PUC Minas, para continuar pesquisando sobre a escrita.
Somente no ano de 2021 é que tem seu primeiro poema publicado. A Chuva se encontra na “Breve Antologia da Poesia Feminista”. Nesse mesmo ano, integrou o grupo de colunistas da revista eletrônica “Pensar a Educação em Pauta”, onde escrevia sobre Literatura e Educação.
Em 2023, os poemas “Um pôr do sol de fevereiro da Terra Fria”, “A Tarde Fria” e “Poesia de segunda”, foram incluídos na antologia “Vozes que ecoam na Joia do Sertão Baiano”.
Há mais de 10 anos reside em Vitória da Conquista, na Bahia, a quem chama carinhosamente de Terra Fria.
Fernanda Quadros é mãe, poetisa, feminista, professora e mestra em Letras pela Universidade Estadual do Sudoeste da Bahia (UESB), doutoranda em Letras pela PUC Minas.
Escrever para ela é “acalentar a alma inquieta de sentimentos”.