Leia aqui um poema de "rabo de sonho", de Cris Cobra:
SONETO N°1
Triste e sozinha uma lua rubrica
Algumas linhas da estranha poesia
Proliferando qualquer euforia
Qualquer vadia que o mundo fabrica
Triste e sozinha ela chora e suplica
Pelo infortúnio de ter tão presente
como destino e tão velho cliente
Outro centavo que o verso publica
Linda é a dama da noite e em seu seio
dormem prazeres infames que creio
estarem perdidos há eras e eras
Longe, bem longe há um homem que implora
Seu coração solitário, abatido
Que mal passado e frio ela devora
rabo de sonho, de cris cobra
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