Leia aqui um poema de "relato miúdo de hora nenhuma", de Juvenal Arruda:
nosso Acaraú esgotado
de atravessá-lo a pés secos
e rachados.sulcos pro
fun
dos
rugas dos avós
covas que nos serviriam
quando a seca desfiasse o nosso último
filete de fôlego.
relato miúdo de hora nenhuma, de juvenal arruda
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