Leia aqui um poema de "versos de planta entre sonho e miséria", de José Ruy Pimentel de Castro:
Não há coisas que parem mãos grávidas que parem Ávidas que gravem que há vidas que vem Nasce um dedo (ou um dente) pendurado pela linha da vida, perdurado pela palma das faces Dedo dourado dos dédalos que erigem labirintos É a origem que minora a vida É ação à esmo onde se perde a existência
versos de planta entre sonho e miséria, de josé ruy pimentel de castro
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