Leia aqui um trecho de "vozes", de Rafael Cunha:
Viver era isso. Andar mesmo quando nada se resolve. Escolher ficar mesmo quando a mente apresenta argumentos convincentes para desaparecer. Desconfiar das próprias conclusões quando elas parecem definitivas demais.
vozes, de rafael cunha
Rafael Giovane Cunha, natural de Itajaí – SC, iniciou na escrita em 2014, como hobby e como forma de organizar e visualizar melhor a própria imaginação. Ao longo desse período, sua vida profissional passou por diferentes fases, transitando de vendedor externo para professor, experiência que contribuiu diretamente para o amadurecimento de seu olhar narrativo e crítico.
Com o tempo, a escrita deixou de ser apenas exercício criativo e passou a se consolidar como prática constante, marcada pelo interesse em temas como memória, identidade, construção psicológica, história antiga, fantasia e aprofundamento conceitual. Valorizo o diálogo sobre ideias como parte essencial do processo criativo, utilizando a troca de conversas e reflexões como ferramenta para lapidar narrativas, personagens e estruturas.
